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Estudante brasileira cria filme plástico de maracujá e recebe prêmio

A juventude com vontade de mudança e brilho nos olhos, é muito capaz de transformar realidades e promover impacto positivo para o mundo. Esse é caso da Juliana, uma aluna brasileira que criou um filme plástico feito da sobra do maracujá.

O plástico, assim como o isopor, é produzido a partir do petróleo e eles demoram praticamente 400 anos para se decompor. O planeta precisa de ajuda para encontrar caminhos sustentáveis e Juliana trabalha a mente para achar essas direções.

A jovem está no Ensino Médio e faz curso técnico de administração no Instituto Federal de Educação do Rio Grande do Sul (IFRS). O próximo passo, é prestar o vestibular para engenharia química: “Estou finalizando o Ensino Médio e quero continuar na área da pesquisa que foi algo que transformou a minha vida. Sou apaixonada pela Ciência e pelo meio ambiente”, disse a ‘cientista’ para o UOL.

No ano que vem, Juliana representará o Brasil no Seminário Internacional Jovem de Ciência de Estocolmo, na Suécia, e participará da ‘Genius Olympiad’, em Nova York (EUA).

“Quando se realiza a produção industrial do suco de maracujá, geleias ou a polpa da fruta, a casca acaba sendo descartada e vai direto para terrenos baldios e aterros sanitários.” explicou, Juliana.

“Se reaproveitado como suporte para plantas, explica Juliana, o material ainda tem a vantagem de “não exigir a retirada do plástico na hora da plantação, porque o material se decompõe rapidamente, cerca de 20 dias, sem prejudicar o meio ambiente”.